Avaliação dos impactos ambientais na mata do bairro Francisco Duarte, Araxá-MG
O desenvolvimento dos centros urbanos, da forma como se deu na maioria das cidades brasileiras, não contou com um planejamento adequado que aliasse a atenção às novas demandas construtivas com a manutenção das áreas verdes. Este estudo visa avaliar os principais impactos ambientais decorrentes do uso e influências das vizinhanças no entorno e dentro da área verde urbana e estabelecer ações prioritárias para os órgãos gestores. A área em estudo, conhecida como Mata do Bairro Francisco Duarte, apresentou a pontuação para impacto extremo ou muito intenso em 20% dos itens avaliados, o que indica que as condições do mesmo são significantes e precisam de um plano de ação para minimizar os impactos. A principal ação de controle desses impactos ambientais é a manutenção do cercamento da mata e fiscalização do local. No restante do parque, a educação ambiental é uma opção como medida preventiva dos impactos, sendo que os aspectos ambientais estão diretamente relacionados aos moradores do entorno.
Projeto Araxá: Estudo Geoambiental das Fontes Hidrominerais
O projeto Araxá/Barreiro vem demonstrar uma interação entre governo, empresa e comunidade, na busca de conhecimento para o uso racional dos recursos naturais, em beneficio da sociedade, tendo com premissa básica o respeito ao meio ambiente. A área do projeto é de aproximadamente 2.516ha, guardando nesse pequeno espaço um complexo de atividades envolvendo mineração, industria e turismo, reconhecido mundialmente. O trabalho desenvolvido pela CPRM - Serviço Geológico do Brasil, em parceria com a Companhia Mineradora de Minas Gerais - COMIG, apresenta a comunidade um conjunto de informações sobre o meio fÃsico visando subsidiar a coexistência de atividades econômicas em consonância com a proteção do meio ambiente.
Urbanização e seus impactos sobre os recursos hÃdricos
O presente artigo trabalhou alguns conceitos relativos aos impactos que são gerados no meio urbano, quando relacionados aos recursos hÃdricos ali presentes. Nesse aspecto foram levantados dados relativos à estudos que já foram realizados a respeito do referido tema em outras localidades do paÃs, aliado à isso foi levantado dados preliminares sobre as nascentes urbanas da cidade de Araxá – MG. Nessa cidade existe um projeto em andamento para mapeamento e caracterização inicial das nascentes e da percepção ambiental da população no entorno da mesma, esse estudo tem sido desenvolvido pelos mesmos autores do presente artigo. Nesse sentido esse artigo visa mostrar dados preliminares do referido estudo que vem sendo feito na cidade, usando as nascentes como demonstrativo dos impactos que são gerados no meio urbano e seus efeitos nos recursos hÃdricos.
O natural e o construÃdo: a estação balneária de Araxá nos anos 1920-1940
Este artigo analisa natureza e cultura a partir da experiência de Araxá, Minas Gerais, tendo em vista a sua construção como estação balneária. Nascida sob o emblema das águas, a cidade absorveu, no seu cotidiano, diversas práticas e representações em torno daquilo que se pretendia: tornar-se, de fato, uma estância hidromineral. O que se desenhou nesse percurso, entre os anos 1920 e 1940, foi a reconstrução de espaços, de tempos e de relações sociais, revelando vários lugares, ora no balneário, ora na cidade, ora nos caminhos que levam até ambos, trazendo significados, regras e hierarquias peculiares a cada um ou semelhantes entre eles.
A ocupação urbana do municÃpio de Araxá do século XVIII ao inÃcio do século XXI
A presente monografia tem como objetivo documentar cronologicamente a ocupação urbana de Araxá, mapeando os dados oferecidos pela história da cidade, com ênfase no perÃodo anterior a 1940. O trabalho se orientou, principalmente, pela monografia de Sebastião de Afonseca e Silva, datada de 1943, existente nos arquivos da Fundação Cultural Calmon Barreto. Embora não tenha sido publicada, a monografia tornou-se extremamente útil para todos aqueles que estudaram e publicaram a história antiga de Araxá, como Aires da Mata Machado Filho, Clodion Cardoso, Hildebrando de Araujo Pontes e Leonilda Montandon. Data da metade do século XVIII o assentamento que deu origem à atual cidade, após a conquista do espaço antes ocupado pelos Ãndios e negros. O pequeno assentamento vai se transformar no Arraial de São Domingos do Araxá em 1785, quando da demarcação da primeira sesmaria nesta região, a sesmaria do Barreiro; o arraial se transforma em Freguesia em 20 de outubro de 1791; a freguesia em Julgado em 20 de dezembro de 1811; o julgado em Vila em 13 de outubro de 1831 e finalmente a vila em Cidade em 19 de dezembro de 1865. Paralelamente se documenta as três fases distintas do desenvolvimento econômico da cidade, a saber: a fase dos tropeiros, a fase dos aquáticos e a fase dos mineiros. Cada um delas reflete um perÃodo econômico especÃfico baseado nas riquezas naturais encontradas no Barreiro: o sal para o gado, a água para o turista e o minério para a agricultura e a indústria. O trabalho se concentra na pesquisa e documentação dos marcos fÃsicos da formação da cidade, reflexos dos variados perÃodos que viveu, inserindo ao final de cada época, o mapa presumido da cidade de então.
Agentes produtores da forma urbana nas cidades médias do Triângulo Mineiro e Alto ParanaÃba – estudo de caso: Araxá
Este artigo apresenta um estudo da cidade de Araxá, localizada na região sudoeste do estado de Minas Gerais, desde sua formação em meados de 1770 até os dias atuais. Faz parte da pesquisa “Forma urbana e espaços livres nas cidades médias do Triângulo Mineiro e Alto ParanaÃba†realizada pelo Núcleo de Estudos Urbanos (NEURB) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e Design da Universidade Federal de Uberlândia. Esta pesquisa tem por objetivo compreender como os espaços livres são caracterizados e de que modo contribuem na determinação da forma urbana das cidades. Para isso foi feito um resgate histórico do desenvolvimento da cidade de Araxá, buscando destacar os agentes produtores da forma urbana da cidade nos diferentes perÃodos de expansão, tendo como pontos de análise os determinantes econômicos, polÃticos, sociais, fÃsicos e ambientais, além das legislações urbanÃsticas vigentes.
O meio fÃsico e o uso da terra no municÃpio de Araxá – MG.
Com o objetivo de compreender as relações entre o uso da terra e os aspectos fÃsicos do municÃpio de Araxá - MG, este trabalho utilizou folhas topográficas do IBGE de 1970, imagens do satélite CCD/CBERS 2 de abril de 2005 e o mapeamento Geomorfológico da Bacia Hidrográfica do Médio e Alto ParanaÃba. A análise de cartas topográficas na escala de 1:100.000 e sua interpretação a partir dos temas curvas de nÃvel, drenagem e limites do municÃpio permitiram elaborar os mapas temáticos da Declividade do Terreno e Hipsometria. A interpretação das imagens de satélite, através da análise visual, possibilitou classificar os objetos da cena, dando origem ao Mapa de Uso da Terra de 2005. O mapeamento Geomorfológico da Bacia Hidrográfica do Médio e Alto ParanaÃba elaborado na escala de 1:250.000 pela equipe do Laboratório de Geomorfologia e Erosão dos Solos (LAGES), da Universidade Federal de Uberlândia, deu origem ao Mapa Geomorfológico de Araxá - MG. A partir da análise dos dados, pode-se verificar que na maior parte do municÃpio predominam as declividades superiores a 8%. Há um predomÃnio das altitudes entre 900 e 1200m. O grau de entalhamento dos vales varia de fraco a forte e a dimensão interfluvial varia de média a pequena. Foram identificadas e mapeadas 11 categorias de uso da terra. Os dados oriundos dos mapas de Declividade do Terreno, Hipsometria, Uso da Terra e Geomorfológico, e de sua tabulação cruzada (cruzamento de mapas, dois a dois) possibilitaram avaliar a adequabilidade do uso da terra em função do meio fÃsico. Concluiu-se que as caracterÃsticas do meio fÃsico influenciaram o uso da terra no municÃpio de Araxá, visto que os terrenos com altas declividades, associados a rochas mais resistentes ao intemperismo, são ocupados predominantemente por vegetação natural, ao passo que terrenos com baixas declividades, onde as rochas são menos resistentes ao intemperismo, possuem maior ocupação antrópica. As formas do relevo são importantes na análise da ocupação humana do espaço geográfico, podendo determinar também a preservação ou não de remanescentes da vegetação natural.
Fisiografia e uso da terra no municÃpio de araxá, Minas Gerais.
O presente trabalho teve como objetivo compreender as relações entre o uso da terra e os aspectos fÃsicos do municÃpio de Araxá - MG, a partir de técnicas de Geoprocessamento. O municÃpio de Araxá está localizado na Macrorregião do Alto ParanaÃba no Estado de Minas Gerais. Como base do estudo foram utilizadas folhas topográficas do IBGE de 1970, as imagens do satélite CCD/CBERS 2 de 2005, o mapeamento Geomorfológico da Bacia Hidrográfica do Médio e Alto ParanaÃba e o mapeamento Geológico de Araxá - MG. A análise de cartas topográficas na escala de 1:100.000 e sua interpretação a partir dos temas curvas de nÃvel, drenagem e limites do municÃpio permitiram elaborar os mapas temáticos da Declividade do Terreno e Hipsometria. A interpretação das imagens de satélite, através da análise visual, possibilitou classificar os objetos da cena, dando origem ao Mapa de Uso da Terra de 2005. O mapeamento Geomor-fológico da Bacia Hidrográfica do Médio e Alto ParanaÃba elaborado na escala de 1:250.000 pela equipe do Laboratório de Geomorfologia e Erosão dos Solos (LAGES), da Universidade Federal de Uberlândia, deu origem ao Mapa Geomor-fológico de Araxá - MG. O Mapa Geológico foi elaborado a partir de interpretação de imagens Landsat 7, mapeamento Geológico na escala 1:100.000, e integração de dados das teses de doutorado de Seer (1999) e Silva (2003). A partir da análise dos dados, pode-se verificar que na maior parte do municÃpio predominam as declividades superiores a 8%. Há um predomÃnio das altitudes entre 900 e 1200m. O grau de entalhamento dos vales varia de fraco a forte e a dimensão interfluvial varia de média a pequena. Foram identificadas e mapeadas 11 categorias de uso da terra. Os dados oriundos dos mapas de Declividade do Terreno, Hipsometria, Uso da Terra, Geomorfológico e Geológico, e de sua tabulação cruzada (cruzamento de mapas, dois a dois) possibilitaram avaliar a adequabilidade do uso da terra em função do meio fÃsico. Concluiu-se que as caracterÃsticas do meio fÃsico influenciaram o uso da terra no municÃpio de Araxá, visto que os terrenos com altas declividades, associados a rochas mais resistentes ao intemperismo, são ocupados predominante-mente por vegetação natural, ao passo que terrenos com baixas declividades, onde as rochas são menos resistentes ao intemperismo, possuem maior ocupação antrópica. A geomorfologia e a geologia constituem, desse modo, elementos fÃsicos importantes na análise da ocupação humana do espaço geográfico, podendo determinar também a preservação ou não de remanescentes da vegetação natural.
Caracterização do meio fÃsico e monitoramento do uso da terra em 1985 e 2005 do municÃpio de Araxá - MG.
O presente trabalho teve como objetivo realizar um levantamento do meio fÃsico do municÃpio de Araxá – MG, utilizando técnicas de Geoprocessamento, bem como avaliar a evolução ocorrida no uso da terra em dois perÃodos distintos: 1985 e 2005. O municÃpio de Araxá está localizado na Macrorregião do Alto ParanaÃba no Estado de Minas Gerais. Para a realização do trabalho, foram utilizadas folhas topográficas, mapeamento geomorfológico e imagens dos satélites TM/Landsat 5 de 1985 e CCD/CBERS 2 de 2005. O levantamento do meio fÃsico foi realizado a partir dos temas curvas de nÃvel, drenagem e limites do municÃpio, que possibilitaram elaborar os mapas temáticos das sub-bacias hidrográficas, declividade do terreno, hipsometria, geomorfologia e uso da terra (1985 e 2005). Os mapas temáticos foram elaborados utilizando o software IDRISI, que possibilitou também a avaliação de áreas. A partir da análise dos dados, pode-se verificar que o municÃpio é composto por 10 sub-bacias hidrográficas. Na maior parte do municÃpio, predominam as declividades superiores a 8%. O grau de entalhamento dos vales varia de fraco a forte e a dimensão interfluvial varia de média a pequena. Há um predomÃnio das altitudes entre 900 e 1200m. Foram identificadas e mapeadas 11 categorias de uso da terra. Palavras-chave: geoprocessamento, uso da terra, sensoriamento remoto, SIG, Araxá
Projeto Sonho Verde: Educação Ambiental CrÃtica com alunos do ensino fundamental em Araxá/MG.
As praças na conformação das cidades de Uberlândia e Araxá: Do inÃcio do século XIX a meados do século XX
Nos processos de formação dos núcleos urbanos no Brasil, observa-se que o conjunto formado pela primeira capela construÃda no local e seu adro, frequentemente se torna o elemento organizador do espaço urbano, ponto de referência para o traçado das primeiras ruas e no entorno do qual são edificadas as primeiras moradas. Com o aumento populacional, a cidade se transforma e, ao longo dos anos, ocorre uma nova forma de apropriação da área livre - o primitivo adro, que dá origem à praça como ela é conhecida hoje. Neste trabalho, busca-se sistematizar registros que permitam compreender o papel fundamental desses espaços na dinâmica de urbanização dos núcleos de Uberlândia e Araxá - MG e suas expansões nas décadas seguintes. É uma análise crÃtica acerca da memória urbana, que pretende contribuir para uma maior valorização e preservação desses espaços públicos.
Dar continuidade ao processo de planejamento e monitoramento do desenvolvimento econômico, social, urbano e ambiental do Município, garantindo e promovendo, direta ou indiretamente, a implantação dos projetos estratégicos do pelo Plano Diretor.